1º Encontro da Pesquisa 02/05/2005 - Início da Pesquisa
Apresentação do grupo e sondagem das aptidões. |
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2º Encontro da Pesquisa 09/05/2005 – Apresentação do contrabaixo ao grupo das meninas
Aluna por aluna pôde manusear, tocar nas cordas e sentir as vibrações do instrumento.
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3º Encontro da Pesquisa 16/05/2005 – A partir de uma peça musical as alunas começaram a desenvolver movimentos corporais.
A partir de uma improvisação para contrabaixo, as alunas começaram a desenvolver os primeiros movimentos corporais. Nesse encontro foi percebida a possibilidade de que elas, mesmo sem ouvir o contrabaixo, mas sentindo-o, poderiam fazer juntas coreografias e movimentos rítmicos ordenados e organizados em grupo.
Demos início à primeira parte da primeira coreografia musical. |
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4º Encontro da Pesquisa 23/05/2005 - Captando as vibrações sonoras através da cinestesia as alunas foram criando novos movimentos rítmicos.
Captando as vibrações sonoras através da cinestesia as alunas foram criando novos movimentos rítmicos sempre acompanhadas pelos improvisos do contrabaixo, dando continuidade à criação da primeira parte da primeira coreografia musical.
Nesse dia, o grupo dos alunos foi convidado para assistir o ensaio do grupo das meninas, afim de despertar o seu interesse pela música e de criar, desde já, uma relação mais próxima com o instrumento. Foi observado um grande interesse e atenção do grupo dos alunos pela pesquisa.
Percebia-se claramente a vontade de tentar ouvir o instrumento, o que despertava ainda mais a sua sensibilidade. |
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5º Encontro da Pesquisa 30/05/2005 - As alunas que apresentavam dificuldades foram trabalhadas individualmente.
Começou a ser desenvolvida a segunda parte da primeira coreografia com o grupo das alunas, sempre a partir de improvisações para contrabaixo. Uma parte do grupo estava bem segura dos movimentos e sentia com mais facilidade as vibrações do contrabaixo. Já as alunas que apresentavam dificuldades foram trabalhadas individualmente. Foi observado que todas faziam questão de mostrar entre elas que eram capazes de entender muito bem o que estavam sentindo
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6º Encontro da Pesquisa 06/06/2005 - Começaram a ser investigadas as possibilidades de percepção do som pelo grupo dos meninos e as freqüências do contrabaixo que eram mais sensíveis.
O grupo dos meninos entra em contato com o contrabaixo, manuseiam as cordas, tarraxas, corpo e braço, botões e tocam na cordas, procurando sentir as vibrações do instrumento. Foi observado que os alunos são mais sensíveis às freqüências mais baixas do contrabaixo.
Após reunir um grupo de três alunos, pedi que tocassem nas cordas e tentassem expressar o que sentiam. Todos foram unânimes em expressar maior sensibilidade às cordas mais graves. Em um determinado momento, peguei o contrabaixo, aumentei o seu volume em 50% e toquei forte nas cordas mais agudas. Pedi que procurassem sentir as vibrações. Novamente, toquei o contrabaixo, só que dessa vez com o volume 50% mais baixo e toquei mais fraco nas cordas mais graves, mesmo assim eles foram mais sensíveis às vibrações mais graves.
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Também foi realizado um novo ensaio com o grupo das alunas. Neste encontro, o interesse pela pesquisa foi à tona. Foi relatado pelo grupo das alunas que elas se reuniram durante a semana, em suas horas de intervalo, discutiram e mostraram alguns movimentos e sugestões para os próximos encontros. Com muito empenho apresentaram os novos movimentos que foram bastante criativos.
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7º Encontro da Pesquisa 14/06/2005 – O grupo dos meninos começa a perceber a diferença das notas Mi, Fá e Sol.
Criei uma metodologia para enfatizar a sensibilidade dos garotos à vibração das cordas mais graves, na qual eles devem diferenciar as notas (Mi, Fá e Sol). Quando eu toco a corda Mi, eles levantam um dedo. Quando eu toco um Fá na corda Mi, eles levantam dois dedos. Quando eu toco um Sol na corda Mi, levantam três dedos.
Começo então a tocar essas três notas de forma alternada para que os alunos identifiquem, a partir da vibração, a diferença entre elas.
O resultado é incrível!
Por serem mais sensíveis, os alunos não demonstram dificuldades. Rapidamente, elas diferenciam o Mi, do Fá e do Sol, indicando para mim as notas sentidas, a partir da sua numeração. Nesse encontro recebemos a visita do estudante de Jornalismo Carlos Baumgarten
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8º Encontro da Pesquisa 04/07/2005 - Trabalhando o equilíbrio do corpo, trabalho em grupo, coordenação motora e percepção do som.
Nesse encontro demos Início a primeira parte da segunda coreografia musical.
Após fazerem uma pequena reunião, entre elas, as alunas pegam alguns panos e fazem inúmeras demonstrações do que queriam, com muita animação. Marquei o ritmo e criei uma pequena música para a coreografia. As composições têm várias partes nas quais as alunas podem expressar equilíbrio, trabalho em grupo, coordenação motora e percepção do som. Elas possuem certa dificuldade em se abraçar, em se tocar. Na coreografia, procuramos trabalhar isso também.
Em seguida foi desenvolvido o trabalho com o grupo dos alunos. Enfatizei através da metodologia criada no 7º encontro à sensibilidade dos à vibração das cordas mais graves, na qual eles diferenciariam as notas (Mi, Fá e Sol). Nesse encontro recebemos mais uma vez a visita do estudante de jornalismo Carlos Baumgarten.
Foi criado pelos alunos para mim um sinal: os dedos polegar e mínimo levantados e fazendo gesto de tocar.
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9º Encontro da Pesquisa 25/07/2005 - As alunas estão na expectativa da apresentação, estão felizes e acreditando em seu potencial.
Nesse encontro foram realizados apenas ensaios para as últimas correções para a apresentação do grupo das meninas no CEEBA.
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10º Encontro da Pesquisa 26/07/2005 - 1ª Apresentação ao vivo - Auditório do CEEBA
As alunas se apresentaram muito bem!!!
Realizamos a nossa primeira apresentação. Na platéia, alunos do CEEBA, CAS /Wilson Lins, Instituto Pestalozzi, pais e professores.
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11º Encontro da Pesquisa 29/08/2005 - Introduzimos o conhecimento da pausa.
A partir de uma improvisação, as alunas faziam movimentos rítmicos, parando nas pausas.
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12º Encontro da Pesquisa 05/09/2005 - Ensaio para a apresentação
Nesse encontro foram realizados apenas ensaios para as últimas correções para a apresentação do grupo das meninas na Secretaria de Educação do Município
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13º Encontro da Pesquisa 06/09/2005 - Ensaio para a apresentação
Nesse encontro foi realizado o último ensaio para a apresentação do grupo das meninas na Secretaria de Educação do Município
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14º Encontro da Pesquisa 10/09/2005 - 2ª Apresentação ao vivo - Teatro da Secretaria de Educação do Município
"Joel Moncorvo subiu ao palco ao lado das meninas. A primeira música a ser tocada foi um tema, no qual elas se movimentavam, de acordo com a vibração das cordas mais graves do contrabaixo, obedecendo ao ritmo da composição.
As meninas se movimentaram de forma perfeita!
A segunda música já foi bem diferente, Joel começou a desenvolver técnicas de Slap no contrabaixo e as alunas..."
Confira essa resenha na íntegra na página Apresentações ao vivo.
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15º Encontro da Pesquisa 19/10/2005 - Aula Teórica
Reconhecimento das notas musicais no braço do contrabaixo com ambos os grupos. Nesse encontro criei uma metodologia de ensino para que os alunos pudessem identificar as notas musicais no braço do contrabaixo.
Ensaios de expressão corporal com o grupo das alunas. Continuava a busca de novos movimentos.
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16º Encontro da Pesquisa 28/11/2005 - Ensaio, avaliação e reflexão.
Através da Linguagem Brasileira dos Sinais (LIBRAS), Joel Moncorvo com o auxílio da professora de portadores de surdez Elza Portugal, promoveu um bate-papo com as alunas, no qual foi discutido o prazer em estar fazendo parte do grupo e o que isso está refletindo no dia-a-dia.
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17º Encontro da Pesquisa 16/12/2005 - 3ª Apresentação ao vivo - Escola Wilson Lins
Realizamos a nossa terceira apresentação ao vivo.
Na platéia, alunos do CEEBA, CAS/Wilson Lins, Instituto Pestalozzi, pais e professores das instituições.
Mas uma vez as alunas se apresentaram muito bem, emocionando a todos com os novos movimentos.
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18º Encontro da Pesquisa 20/03/2006 - Música no dia a dia dos alunos.
Durante o encontro, Joel e a professora de surdos Elza Portugal, colheram informações de como a música atua no cotidiano dos alunos.
Explica Joel: “conclui que os alunos não percebem a melodia mas sentem a vibração e têm percepção rítmica. Quanto mais grave for a música, melhor a sua percepção"
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19º Encontro da Pesquisa 29/04/2006 - 4ª Apresentação ao vivo - Anfiteatro do Integral - Participação especial no Workshow Encontro de Gigantes com Felipe Andreoli e Joel Moncorvo
Realizamos a nossa quarta apresentação ao vivo no Anfiteatro do Integral.
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20º Encontro da Pesquisa 08/05/2006 - Avaliação.
Durante esse encontro Joel se reuniu com as alunas e com a professora de surdos Elza Portugal para filmar e fazer uma nova avaliação da pesquisa.
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21º Encontro da Pesquisa 26/08/2006 - 5ª Apresentação ao vivo - Teatro São José
Realizamos a nossa quinta apresentação ao vivo no Teatro São José.
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