
Gabriel Assault
Nome: Gabriel “Assault”
Data de Nascimento: 07/10/1991
Idade: 14
Onde reside atualmente: Salvador
CDs preferidos:
Judas Priest – Unleashed in East
Angel Witch – Angel Witch
Rush – Moving Pictures
Destruction – Eternal Devastation
Death – Human
Pink Floyd – Animals
Saxon – Power and the Glory, Innocence is no Excuse
DVDs preferidos:
Judas Priest – Rising in East
Pink Floyd – Live at Pompeii
Rush – Rush in Rio
Livros preferidos: O Retrato do Artista Quando Jovem (James Joyce) e Ficções (Jorge Luis Borges)
Equipamento: Baixo Ibanez SGR-200

Algum fator especial te levou a optar pelo Contrabaixo como instrumento?
Quando se ouve uma música, geralmente pensa mais nos instrumentos agudos. Mas, o contrabaixo, mesmo grave, consegue criar uma simpatia com os ouvidos quando tocado de forma bela, com melodias que cativam os ouvidos. Quando se ouve uma música de um Jaco Pastorius, por exemplo, você vê que existe algo mais. Outros músicos como Geddy Lee em bandas como Rush, ou bandas de Fusion como Weather Report e Mahavishnu Orchestra conseguem fazer com que os instrumentos não sejam deixados de lado, mas elementos de uma tônica maior. E o baixo, quando se apaixona, não há volta. Comigo foi assim.
Quais foram os baixistas que lhe influenciaram?
Jaco Pastorius, Geddy Lee, Joel Moncorvo, Billy Sheehan, Victor Wooten, etc.
Quais são os estilos musicais que mais lhe influenciam?
Heavy Metal, Hard Rock, Rock Progressivo, Thrash Metal & Crossover, Death Metal, Cool Jazz, Jazz Fusion e Música Erudita, MPB, Bossa Nova.
Recado para os baixistas que estão começando a estudar:
Sempre se esforçar, e seguir o caminho do baixo, se essa for sua verdadeira paixão.
Como você analisa o cenário dos baixistas brasileiros?
É um cenário com variados músicos de diversos estilos, mesmo que esquecidos. Mas sempre melhorando.
Sugestão para os baixistas colegas de profissão:
Muita diversão, treino, respeito, e o principal: música feita com paixão.
Qual o estilo que você mais escuta e nele o som do contrabaixo é claro e nítido?
Escuto mais Heavy Metal e Jazz, mas no Jazz (quaisquer vertentes) o contrabaixo passa a exercer algo inigualável. No Heavy Metal existem muitos excelentes baixistas, temos o Geddy Lee mesmo como exemplo, e até o Steve Harris, que mesmo não sendo um Geddy da vida, acaba por influenciar quase todas as bandas de Heavy Metal pós-anos 80.
O que você pretende fazer para melhorar a Cultura e a Cena Contrabaixística no Brasil?
Antes de mais nada, respeitar ao máximo todo e qualquer músico. Em seguida, olhar para si mesmo e tentar melhorar ao máximo, pois como diria uma música, it’s a long way to the top (if you wanna rock n’ roll). E claro, divulgar ao máximo o baixo, e mostrar que não é um instrumento que tem apenas alguns homens quietões e sinistros figurando no palco, deixando toda a festa para os vocalistas e guitarristas virtuosos.
Nos fale um pouco sobre os seus trabalhos musicais:
Estudar ao máximo o instrumento, e “brincar” nas horas vagas.
Você pretende lançar um CD solo, e como seria esse trabalho?
Pretendo lançar um CD de Pagode Metal, uma verdadeira fusão entre os “cavaquinhistas” virtuosos, com grandes linhas de baixo e vocais agudos de metal melódico alemão.
O que você acha do professor Joel Moncorvo?
Excelente músico (sem puxação de saco, sério), e acima de tudo, excelente pessoa e professor.

E-mail(s):
gstalker@walla.com
MSN:
Quin_gon_jin@hotmail.com
Orkut:
Recém deletado.
Site(s)
Hum, em construção até Segunda ordem.
Deixe aqui a sua mensagem final para os leitores do JOEL MONCORVO.COM, para os fãs dos seus trabalhos musicais e para os todos os contrabaixistas.
Saia da internet e vá estudar um instrumento!
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